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sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A vítima nunca é culpada. A culpa é do *Patriarcado!

imagem do site: biscatesocialclub

A cada dia o nosso país vem retrocedendo nas políticas públicas, no respeito as diversidades de gênero, de etnias, de religiosidade e regional. São tempos em que a diversidade que deveria ser nosso maior orgulho, se torna um instrumento gerador de violências.  PARA PIORAR, A CULPA QUASE SEMPRE É ATRIBUÍDO AS VÍTIMAS.  É doloroso pensar que um país tão diverso de pessoas, identidades, sotaques e culturas tenham um pensamento tão retrogrado e quem sofre mais com a perda e falta de reconhecimento desses direitos SÃO AS MULHERES. 

Para saber e medir quais os efeitos dos dez anos da lei Maria da Penha, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública produziu um survey (um método de pesquisa onde o pesquisador pretende investigar o que, porque, como ou quanto se dá determinada situação de violência) focando na percepção da população em relação às mulheres que são vítimas de violência sexual e sobre o atendimento às vítimas por parte dos operadores policiais. Sabemos que mesmo com a criação de delegacias de atendimento as mulheres e a efetivação da lei, as mulheres negras ainda são menos beneficiadas, dado o aumento do homicídio de mulheres negras nas várias regiões do país.  

Uma pesquisa do Datafolha publicada quarta-feira (21/9) aponta que: “UM EM CADA TRÊS BRASILEIROS ACREDITA QUE, NOS CASOS DE ESTUPRO, A CULPA É DA MULHER”.  E que 33,3% da população brasileira dentre os 3.625 pessoas de 217 cidades que foram entrevistados, ACREDITAM QUE A VÍTIMA É CULPADA.  O estudo também apontou que 65% dos brasileiros temem sofrer algum tipo de violência sexual. O temor é muito maior entre as mulheres e é sentido por 85% delas. O medo de ser estuprada também varia conforme cada região do Brasil. No Nordeste, por exemplo, o índice de mulheres que receiam ser vítimas do crime chega a 90%. No Sul do país, é de 78%.

Outro dado estarrecedor que a pesquisa revela é que para a maioria da população, as leis nacionais protegem os estupradores. Além do estudo apontar que a atuação das polícias também é questionada por grande parte dos brasileiros: 51% afirmaram não acreditar que a Polícia Militar (PM) esteja preparada para atender mulheres vítimas de violência sexual e 42% pensam o mesmo da Polícia Civil.  Essa pesquisa foi encomenda pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública onde a integra da pesquisa pode ser lida no site do fórum (Clique aqui) 

Se você, como nós também se preocupa com essa situação e quer ajudar a combater o machismos que mata e violenta diariamente meninas e mulheres, compartilhe essa informações alertando seus amigxs, familiares e colegas mais próximos o quanto ainda precisamos avançar na luta e na efetivação dos direitos humanos, POIS NÓS NÃO ACREDITAMOS QUE A CULPA SEJA DAS MULHERES e sim da cultura machista e do patriarcado, que precisamos cada dia mais e mais desconstruir.  
*Significado da Palavra














Assista  também o vídeo:  O patriarcado racista em dados. 

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Consulta pública para criminalizar a LGBTfobia no Brasil

Ei... dá um pit stop na sua caçada de Pokémon e some com agente na criminalização da LGBTFOBIA.  Bora lá na pressão popular!
É que o Senado Federal abriu na noite do dia 12 de setembro, uma consulta pública sobre um projeto que visa criminalizar a LGBTfobia no Brasil. A proposta é que sendo aprovado o projeto, a lei terá o mesmo peso no crime de racismo.

Bora lá exercitar os dedinhos?!

É simples, o que você precisa fazer é entrar no site e votar “A Favor”. E pelo que parece, dá para votar mais de uma vez.  
Depois é só divulgar o link com seus amigxs e conhecidxs e ajudar a criminalizar o preconceito que mata diariamente jovens inocentes.


Se você ainda não sabe por que votar a favor, é só dá o play no vídeo abaixo para ver o quanto a LGBTfobia(aversão a Lésbicas,gay Bi é Transexuais)  vem deixando marcas  muita gente.



domingo, 17 de maio de 2015

Direto sexuais e reprodutivos, o que a violência sexual tem haver com isso?


É super importante o acesso à informação que garanta um desenvolvimento pleno e saudável, sem medo, vergonha, culpa, falsas crenças e outros impedimentos à livre expressão dos desejos.Você sabia que sexualidade tem a ver com direitos? Nosso corpo e nossa mente têm desejos e vontades em relação a nós mesmos e aos outros. Às vezes fica parecendo que sexualidade é só transar
ou prevenir a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis. Na verdade, sexualidade é algo bem maior, faz parte da nossa vida, tem a ver com o nosso comportamento, nossas emoções, nossos desejos, nossos sentimentos, nossos prazeres e nossas relações pessoais e sociais.

Precisamos superar mitos e tabus para falar de sexualidade na adolescência. Às vezes a gente não encontra alguém disposto a falar das mudanças pelas quais passamos nessa idade. Às vezes a gente mesmo tem vergonha de falar sobre isso. Mas não é porque o assunto é difícil que vamos deixá-lo de lado!

É também a partir do acesso a essa informação e que também aprendemos a dizer não as varias formas da violação desse diretos . E ele começa desde de quando nascemos até a nossa morte.

Siiiiiiiiiim a Sexualidade nos acompanha por toda a nossa vida. E em cada fase teremos necessidade de algumas informações necessárias para viver de forma cada vez mais saudável e de boa os nosso direitos sexuais. Por isso reafirmar que temos Direto sexuais e que eles também são direitos humanos é preciso sempre. Pois quanto mais as pessoas e agente mesmo entende e exerce esse direitos mais teremos forma de prevenir a violência sexual. E como já falamos varias vezes que essa violência sexual não é só o ato do sexo sem o consentimento , mas ela pode acontecer de varias formas.

Educar para a sexualidade é educar para a vida; ou seja, do mesmo modo como estudamos e aprendemos uma profissão, devemos aprender a viver nossa sexualidade. É necessário um diálogo sincero sobre esse assunto, transparente, livre de preconceitos e de estigmas. Esse papel deve ser cumprido pelos pais, pela escola e também pelos órgãos públicos de saúde.

Além disso, na adolescência há também mudanças na mente e no coração. Os sentimentos ficam confusos. Um dia a gente está sentindo uma alegria enorme. No outro, o ânimo está pra baixo, a gente anda dando chute nas pedras. É quando as paixões acontecem, as inseguranças, os desejos, as frustrações e sonhos.

Neste 18 de maio preparamos um vídeo que fala dos 12 Diretos sexuais que todxs nós temos, é só tacar o Play assistir deixar seu comentário e compartilhar com os ZamigXs

Pois é nessas informações que apostamos para agente se auto proteger e também que esta mais próximo.Veja no face também as imagens que preparamos com cada um desse Diretos (Album)
E claro faça bonito , Proteja  nossas crianças e adolescentes. 


domingo, 8 de março de 2015

Figurinha repetida não completa álbum. Mas é sempre bom lembrar...



Então gente tá aí! Mês da mulher, dia da mulher. E dá-lhe presentes e dá-lhe violência!
É que com a chegada deste mês a galera- a maior parte os homens - acha que uma florzinha, um bombonzinho, um chameguinho... Vai redimir todo o processo de violência que nós mulheres fomos vitimas e que ainda somos.

Mas hoje e em especial esse ano NÃO VOU PARABENIZAR as Meninas, vou só dizer que a luta continua! Por que figurinha repetida (feliz dia da mulher) não completa álbum, mas é sempre bom lembrar...

Que esse dia, o 8 de março surgiu por que mulheres foram assinadas em uma fabrica no interior dos Estado unidos. Pasmem na onda da história “No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.”

E aí na boa gente, eu não consigo parabenizar isso. Depois de saber dessa historia fica difícil chegar nas colegas como eu e dizer : - Ei amiga, parabéns pelo nosso dia de crueldade e opressão. - Tá louca.. Sou boba não oh!

E aí tu pára pra refletir e vê o quanto é difícil ser menina no Brasil, que nesses novos tempos começamos a ter varias jornadas de trabalho taí o link de uma matéria que não me deixa mentir: “O que é ser menina no Brasil? – Desigualdade de gênero desde a infância”E olha que a luta começo exatamente para a diminuição da jornada.

Que nesse dia o melhor que podemos fazer é reconhecer a luta de zilhões de mulheres é justa, e que ainda são muitos o direitos a nós negados como: o direito ao próprio corpo, o de decidir sobre nossa vida sexual e reprodutiva o direito ao aborto....

Esses exemplos seriam grandes presentes para nós mulheres! E oh que legal.. Nem ia ter um dia especifico e sim todo o dia!

E se pudéssemos mudar drasticamente essa imagem aí sobre de quem faz o que em casa já era uma boa.



Só que não né! Até por que tem uma galera que vivi pra reforçar esse lugar de repressão que as mulheres vivem. Sabe qual é? Tem um lugar de poder nessa historia toda, e dividir isso, ou melhor, deixar em condições iguais não é fácil, e é esse lugar que queremos.

Tá eu sei... Você que acompanha deve tá pensando pó, mas essa ANA da porreta! É gente tô sim, eu tô crescendo e tendo outras leituras de mundo. Mas pra não falar que eu fiquei só butando o dedo na ferida, tá aí algumas conquistas que pesquisei .


Conquistas das Mulheres Brasileiras

Podemos dizer que o dia 24 de fevereiro de 1932 foi um marco na história da mulher brasileira. Nesta data foi instituído o voto feminino. As mulheres conquistavam, depois de muitos anos de reivindicações e discussões, o direito de votar e serem eleitas para cargos no executivo e legislativo.

Marcos das Conquistas das Mulheres na História 


- 1788 - o político e filósofo francês Condorcet reivindica direitos de participação política, emprego e educação para as mulheres.
- Estados Unidos.
- 1859 - surge na Rússia, na cidade de São Petersburgo, um movimento de luta pelos direitos das mulheres.
- 1862 - durante as eleições municipais, as mulheres podem votar pela primeira vez na Suécia.
- 1865 - na Alemanha, Louise Otto, cria a Associação Geral das Mulheres Alemãs.
- 1866 - No Reino Unido, o economista John S. Mill escreve exigindo o direito de voto para as mulheres inglesas.
- 1869 - é criada nos Estados Unidos a Associação Nacional para o Sufrágio das Mulheres.
- 1870 - Na França, as mulheres passam a ter acesso aos cursos de Medicina.
- 1874 - criada no Japão a primeira escola normal para moças.
- 1878 - criada na Rússia uma Universidade Feminina.
- 1893 - a Nova Zelândia torna-se o primeiro país do mundo a conceder direito de voto às mulheres (sufrágio feminino). A conquista foi o resultado da luta de Kate Sheppard, líder do movimento pelo direito de voto das mulheres na Nova Zelândia.
- 1901 - o deputado francês René Viviani defende o direito de voto das mulheres. - 1951 - a OIT (Organização Internacional do Trabalho) estabelece princípios gerais, visando a igualdade de remuneração (salários) entre homens e mulheres (para exercício de mesma função).

AH e tem esse vídeo aí massa que é só taca o play.  Bjos e   não esquece de  deixar seu comentário hem....

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Que Abuso é Esse? É a nova série de vídeos produzidos pelo Canal Futura

A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é o tema da série Que Abuso é Esse?, que estreou no grade de programação do Canal Futura em dezembro, na semana do Dia Mundial dos Direitos Humanos.

Os vídeos, segue o mesmo formato da série anterior (que exploração é essa) fazendo uso de linguagem lúdica para tratar desta que é uma das mais graves violações de direitos humanos de crianças e adolescentes previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e aprofundar os debates sobre o tema.

Com oito episódios, a série tem como protagonistas três personagens de marionetes – a professora Elvira, o agente de saúde Damião e a dona de casa Neusa. Ao longo do programa, o trio de marionetes discute um assunto e, em seguida, um ou mais especialistas (que pode ser um profissional
de saúde, advogado, psicólogo, educador, sociólogo ou assistente social) complementa com esclarecimentos e mais informações sobre o tema. Ao final de cada programa, informações sobre o Disque 100 – Disque Direitos Humanos são divulgadas, estimulando o seu uso e ressaltando sua importância.

Fico com vontade de assistir aos episódios?

A campanha Ana preparou uma Play List com os 8 episódios.

Para vocês assistir é só tacar o Play



Ou acessar o nosso canal no You tube.

https://www.youtube.com/user/campanhaana/

fonte: Canal Futura

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Edital oferece R$100mil para jovens realizadores produzirem documentários


A Universidade Federal De São Paulo  UNIFESP, Cinemateca Brasileira e  Secretaria do Audiovisual/MinC, lançou o edital Jovem.Doc.  
O edital  vai oferecer  oferece R$100mil para jovens realizadores  de todas as regiões do Brasil, com idade entre 18 a 29 anos, protagonistas nas comunidades locais e nas virtuais.produzirem documentários sobre: a relação de jovens com o espaço público, culturas urbanas e cidadania.

O Concurso Público para produção de 10 documentários de 26 minutos sobre a relação do jovem com o espaço público. recebe inscrições até 27/02/2015

Inscrições, temas e seleção: 

O jovem realizador terá que se associar a uma produtora de audiovisual cadastrada na Ancine para inscrever o seu projeto de documentário de 26 minutos que será exibido em TVs públicas e educativas brasileiras.

 Serão selecionadas dez propostas de documentário de todas as regiões do Brasil.
 Esse jovem será o proponente e diretor do documentário.

Na Inscrição do projeto o pronente (jovem realizador) apresentará uma empresa produtora audiovisual parceira, devidamente registrada na ANCINE - Agência Nacional de Cinema.

Recomenda-se leitura atenta do Regulamento do Edital neste site e posterior preenchimento dos campos e anexação dos arquivos exigidos em PDF.

As propostas deverão abordar questões relacionadas aos universos dos jovens nos centros urbanos, suas conexões com o mundo digital e cidadania.

Devem contemplar uma ou mais de uma das seguintes categorias:

1. Cidadania dos jovens: inclusão e liberdade
2. Cidadania e participação do jovem na vida comunitária
3. Cidadania e culturas urbanas
4. Cidadania e cultura digital
5. Produção cultural
6. Prática esportiva
7. Mobilidade territorial

Uma Comissão será composta por no mínimo 5 membros designados especialmente para analisar e selecionar as propostas inscritas.

A data da divulgação dos resultados será anunciada depois do término das inscrições.

Para saber mais  acesse:  http://www.jovemdoc.org.br/edital 

terça-feira, 13 de maio de 2014

18 de Maio - Vamos fazer Bonito!

Mais um 18 de Maio se aproxima. É hora de fazer bonito e de nos aproximarmos e juntos dar um grito forte contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

O dia 18 DE MAIO foi instituído pela Lei Federal 9.970/00, como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, a data foi escolhida, porque em 18 de maio de 1973, em Vitória–ES, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta. Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

A intenção do 18 DE MAIO é destacar a data para mobilizar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta.
Às vezes temos dificuldades de falar desse tema, mas podemos ter atitudes simples para ajudar na luta contra essa violação de diretos. Por exemplo, podemos fazer um bate papo na escola com a nossa turma, ou mesmo, envolver toda a escola nesse movimento, fazer uma passeata para chamar a atenção das pessoas na sua cidade, realizar debates com pessoas que trabalham esse tema, assistir e indicar filmes que tratam desse tipo de violência ou mesmo dialogar com a sua própria família.

Precisamos deixar claro para toda a sociedade que crianças e adolescentes tem direito a desenvolver sua sexualidade de forma segura e protegida, e que o seu corpo precisa ser respeitado.

E se, acontecer qualquer forma de violência sexual existe caminhos que os pais, responsáveis ou as próprias crianças e adolescentes podem procurar. Por exemplo, o conselho tutelar, as delegacias, o juizado da infância e juventude ou mesmo pegar um telefone e discar o numero 100 que é um disque denuncia nacional para combater qualquer violência, inclusive a sexual. É importante destacar que a ligação é gratuita e você não precisa se identificar. Outra atitude que pode ser feita é a de apoio à campanha, e também se juntar a rede de combate da violência sexual de sua cidade, como também de outras ações de defesa e garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Como forma de contribuir, nós da campanha Ana junto com o Comitê Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual e a Rede Ecpat Brasil e as redes de proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes, produzimos 3 vídeos, que aos poucos estamos socializando.

O primeiro deles é um vídeo curto que fala da importância desta data, e se você precisar baixar ele para passar na escola é só clicar no link abaixo

Ah! Não esquece de deixei seu comentário....


              Vídeo 18 de Maio - DIA DE COMBATE AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL, Assista aqui: 

Para baixar o  vídeo  clique  no link:   Baixe o vídeo aqui

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Pelo o direito a brincar e de ser criança!


Bom, tem um tempinho que deixei de ser criança, tipo um ano já! E nesse mês das crianças fiquei refletindo sobre ser criança, brincar e se divertir, isso tudo é tão bom e importante que é um direito!
Mas o que é mesmo ser criança?
Bem essa não é uma pergunta fácil de responder, até por que, cada um tem uma forma de ser criança.  Mas para mim tem algumas coisas comuns a essa fase da vida. Vamos lá: Para mim, ser criança é ter habilidades, limitações, e potencialidades. Nada desta “estória” de ser anjinho.  Ser criança é ter um quê de bondade, mas também de bagunça.   É um ser em crescimento, capaz de agir, interagir, descobrir e transformar o mundo.
Por isso acho que é bom ser criança,  ter a atenção de todos.
Da mamãe e papai o carinho,  Da família a proteção. É tão bom se divertir  E não ter que trabalhar. Só comer, crescer, correr, dormir e brincar.
Mas agente sabe que nem sempre é assim, muitas crianças acabam pulando essa fase de desenvolvimento.  E isso vai prejudicar muito sua vida tanto quando é criança quanto em outros momentos futuros da vida.
Por isso penso como é legal a criança ter momentos de lazer e brincadeiras.  Por que na brincadeira se aprende muito, desde as mais simples as mais tecnológicas, mas esse é um momento que  não pode  ser  tirado da criança.  E ai foi ver se tinha alguma lei, trato ou algo que  dissesse pra gente  o quanto esse momento é importante. Aí achei um artigo 31 da Convenção dos Direitos da Criança, da que diz o seguinte:
“Toda criança tem o direito ao descanso e ao lazer, a participar de atividades de jogo e recreação apropriadas à sua idade e a participar livremente da vida cultural e das artes”.



Bem outra coisa que ache na internet foi um texto de um dos capítulos do Plano Nacional da Primeira Infância, produzido pela Rede Nacional de mesmo   que defende a importância do Direito de Brincar.  (clique para acessar)
Depois que li o texto, ficou muito mais evidente o quanto esse direito é importante para que  crianças cresçam e se desenvolvam com qualidade.  E, além disso, não é só os pequenos que aprende com os mais velhos, isso acontece ao contrario também. Veja esse vídeo abaixo onde os meninos e meninas fazem isso na prática: 


Beijos pessoal. Comentem, compartilhem com os amig@s
Até breve.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Educação pública de qualidade: Nós queremos e fazemos!

     Gente tem um tempinho que não escrevo aqui no blog.  Mas têm acontecido muita coisa, e uma delas me motivou a escrever esse post.
     Bom, não sou  uma aluna que só tira 10, como muitas e muitos  preciso me esforça o máximo para  aprender  o que é ensinado na escola.   Mas tem hora que  é preciso  parar um pouco e  tentar entender mais as coisas. Bem, outro dia fui até a direção fazer uma reclamação  sobre  uma aula que  não estávamos acontecendo,   não pela  má vontade do professor, mas, por que ouve um problema com um professor e a escola  não conseguiu  outro que  substituísse na matéria. 
    Acontece que, devido a grande carga de trabalho, o professor  adoeceu e  precisou  tirar licença.   Então depois de alguns dias sem essa matéria, eu  assim como outros amig@s  nos  incomodamos,   foi aí que resolvi  conversar com a direção. O mais legal foi os toques que ela me deu, além, claro, de conseguir um  outro professor que  desse a aula enquanto o outro está de licença. Olhe só como foi nossa conversa:


- Sabe Ana, não é de propósito que  a situação esta assim,  há um  processo  muito longo  para  a contratação de outro professor.  Mas acho muito legal  que você  tenha vindo conversar comigo.
- Sim diretora. - Eu disse a ela. - Vim por que eu e muitos alunos sabemos do nosso direito a educação.  E que não é só ter o espaço da escola, mas é ter um ensino de qualidade, ter  professores que  nos ajude a entender a matéria, mas também  a  entender o mundo.
- Por isso mesmo que disse Ana, que foi importante você ter vindo aqui, para saber o que esta acontecendo.  E nós  queremos isso, que  os estudantes participem e  nos  ajude a solucionar  problemas que  enfrentamos no dia-a-dia da escola.  E isso também faz parte do direito à educação.
- Como assim, cobrar faz parte dos direitos? – Perguntei a ela meio encucada com a situação.
-  Pelo seguinte:  todos nos, principalmente crianças e adolescentes  temos direito a escola, a uma educação e  qualidade,  professores  capacitados nas salas de aula. Mas,  temos que relacionar  aí   os deveres como,  ajudar  a preserva o espaço da escola,  a questionar  as atividades e a falta delas,  a estudar e contribuir para  um ambiente  harmonioso.
-  Mas  só de questionar eu já fiz isso diretora?
- Fez uma parte.  Mas pode ir além. Quando agente percebe que  há um grupo  de alunos que querem  ajudar  no ambiente escolar,  eles podem ser organizar através de um grêmio estudantil.  E ao contrario  do que todo mundo pensa, um grêmio não só organiza festa  e eventos na escola, mas  principalmente, serve  como representantes dos outros estudantes  e  traz,  para  o coletivo de  professores e outros profissionais da escola, o que  precisa melhorar  para  que a escola seja um espaço que agrade a todos e de aprendizagem. 
- E como é que organiza isso,  é a direção que escolhe? Acho muito legal a nossa participação por que aí  a responsabilidade de uma educação de qualidade passa a ser também nossa...
 Bem  ela me explicou  um pouco, e,  me  deu  um site  para  pesquisar mais sobre essa forma de organizar e participar das decisões da escola,   vou deixar um link aqui  que  fala mais sobre isso por que se não  a conversa vai ficar muito longa e  aí eu sei que tem hora que agente não  gosta de ler coisas muito grandes (risos). (Os passos para formar um grêmio estudantil Clique aqui).

 Mas, o legal de ter  ido à direção  foi  saber  que  nos estudantes podemos  contribuir  mais com a escola  para além de  tirar notas boas – que, diga-se de passagem, é nossa obrigação.

E eu curiosa que só, pesquisei coisas sobre o grêmio  e nas pesquisas vi  um coisa muito legal  que é  o plano nacional de educação,   vi  também  que  tem se discutido uma lei sobre a qualidade da merenda, sobre  discriminação e racismo.  Mas  essa coisas   agente conversa com calma  em outros momentos por que  agora estamos muito empolgados  para  começar a  montar esse espaço  que  nos estudantes  vamos  poder contribuir  mais e mais com a escola. Bom, gente, como sempre  falei um bocado, mas esse é meu jeito. Depois conto  para vocês sobre o grêmio e as  outras coisas que vem acontecendo. Ah não se esqueçam de compartilhar como  os amigos e de também acessar os links
Bjos até mais!


Links para saber Mais:

MEC cria ações de combate ao racismo e promoção da igualdade
Leia mais sobre esse assunto em: 
Clique aqui   



Movimentos veem retrocesso em temas da educação infantil

Leia mais sobre esse assunto em: Clique aqui 

Congresso todos pela Educação:
Leia mais sobre esse assunto em: Clique aqui 



Veja o vídeo:

terça-feira, 11 de junho de 2013

Um papo, uma causa! "É da nossa Conta"


Pessoal, olha como são as coisas. Outro dia conversando com uma amiga na escola sobre o que queremos ser quando crescer, qual profissão e tal, ela me  mostrou uma carta que uma prima dela  do interior que esta morando  na capital de Pernambuco escreveu pra ela.
Achei muito curioso por que a  menina  também  é da nossa idade e já  trabalha, ai  fiquei pensado  se isso  não atrapalha  ela na escola, em brincar, em ter amizades.  Foi aí que minha amiga me mostrou o que ela havia escrito.   Não deu outra. Fui pesquisa na internet se criança pode ou não trabalhar e achei um monte de coisas falando sobre isso.  Inclusive que tem o dia  mundial de combate  ao trabalho infantil  que é no dia 12 de junho. E eu só pensando que essa data servia para o dia dos namorados (risos). Mas isso é outro papo. Veja o que ela escreveu e  depois   desse  poema  vai ter links do que eu achei sobre esse dia. E claro vou pedir ajuda a vocês  a também  compartilha essa  causa, pois  isso também é da nossa conta.


          “Em Aventais de Sonho
Quanto mais esforço ela fazia
Mais espremida ela ia levando a vida.

Lia a forma da vida
Com vassoura e avental Pendura roupas nos varal
A qual por mais carinho que levasse
Nunca iria ser sua.

Tem sempre três tempos.
O levantar da cama pra preparar o café
Meio hora de suspiros pra bagunça do almoço
Outra hora antes da novela das oito um jantar a luz de velas.
O dela mesmo ficou na penumbra...


Depois desse dia em três tempos
Nem tem animo para comer sossegada Ainda resta a louça do jantar
Só depois de tudo pronto pode se deitar
E o pouco de força que ainda tem

Raciocina:
-Sô menina ainda queria tanto brincar
Mas mamãe disse que pobre num pode deixar de trabalhar
Ainda mais pobre da pele escurinha
Da é sorte de achar uma patroinha
Desse que parece barbier
E que gosta de ajudar

O raciocino logo pensa:

-Ajudar uma pinoia! Quando Luiza ganha brinquedos novos, só pego neles pra juntar
No natal ganhei de presente um prendedor de cabelo e um pente de jacaré.
A patroa me disse que vai ser mais fácil pra pentear. E que quando chegar visita estarei até mais bonita, e aí ela te pode me chamar de filha, mas com  ressalva que pegou pra ajudar

Para ajudara a perda a infância, pois com  todos os afazes que tenho só mesmo me sobra tempo pra descansar.
Eu queria ser bem  forte para usar esse tempo que me sobra
Para estudar e brincar, mas meu corpo, como diz minha patroinha um dia vai aguentar fazer tudo aquilo que sonhei realizar, mas quando começo a sonhar com esse dia ela logo corta dizendo anda:

 “Menina tem louça pra lavar”.”



Veja  mais  sobre  o trabalho na infância  ( clique aqui)

Veja  aqui  as atividades do contra o trabalho Infantil Brasil a fora 


Veja o Vídeo   Trabalho Infantil é da nossa conta


Projeto Co-Financiado União Europeia

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