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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Conferência mundial sobre violência sexual recebe propostas de pesquisas

Encontro acontecerá em setembro de 2017 no Rio de Janeiro. Parceria é da Iniciativa de Pesquisa sobre Violência Sexual (SVRI), Promundo, Instituto Fernandes Figueira/Fiocruz, Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS/OMS) e ONU Mulheres, entre outras. Prazo é dia 1° de fevereiro.

Considerado o maior evento mundial dedicado à pesquisa, prevenção e resposta à violência sexual e violência sobre parceiro íntimo, a 5ª Conferência Mundial de SVRI – Sexual Violence Research Iniative – Iniciativa de Pesquisa sobre Violência Sexual –, o SVRI Fórum 2017 recebe, até 1° de fevereiro, propostas de trabalhos para apresentação oral ou pôster.

O SVRI Fórum 2017 é um espaço para pesquisadores, sociedade civil, políticos, financiadores, entre outros, visando a partilha e a aquisição de conhecimentos sobre novas pesquisas relativas à violência sexual e outras formas de violência contra mulheres e crianças. O encontro ocorrerá nos dias 18 e 21 de setembro de 2017, no Rio de Janeiro.

Com o lançamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – os 17 objetivos que 193 Estados-membros da ONU se comprometeram a alcançar nos próximos 15 anos –, o SVRI Fórum 2017 é um espaço para debater e partilhar estratégias no sentido de alcançar os objetivos que se propõem eliminar todas as formas de violência contra mulheres e meninas.

É incentivado que as propostas de trabalhos abarquem os seguintes assuntos: Violência sexual, Violência por parceiro íntimo, Abuso infantil e negligência, HIV e violência sexual e de gênero; trabalho feminista com homens e meninos; feminicídio; exploração sexual (comercial) de Crianças e Adolescentes (SECA); prevenção e respostas à violência sobre crianças e adolescentes; tráfico sexual; abuso sexual e violência em contextos institucionais; populações marginalizadas, incluindo mulheres com deficiências, questões LGBTI, trabalhadores do sexo, migrantes e refugiados; novas formas de violência de gênero, incluindo o bullying cibernético, perseguição cibernética e vitimização secundária; impactos na saúde mental da violência sobre mulheres e sobre crianças; recurso à tecnologia como prevenção e resposta à violência sexual e íntima, bem como de exploração e abuso sobre crianças.

Todos os detalhes em http://bit.ly/2iBJlkk ou diretamente na página do evento, em www.svri.org/forums/forum2017/index.htm.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A vítima nunca é culpada. A culpa é do *Patriarcado!

imagem do site: biscatesocialclub

A cada dia o nosso país vem retrocedendo nas políticas públicas, no respeito as diversidades de gênero, de etnias, de religiosidade e regional. São tempos em que a diversidade que deveria ser nosso maior orgulho, se torna um instrumento gerador de violências.  PARA PIORAR, A CULPA QUASE SEMPRE É ATRIBUÍDO AS VÍTIMAS.  É doloroso pensar que um país tão diverso de pessoas, identidades, sotaques e culturas tenham um pensamento tão retrogrado e quem sofre mais com a perda e falta de reconhecimento desses direitos SÃO AS MULHERES. 

Para saber e medir quais os efeitos dos dez anos da lei Maria da Penha, o Fórum Brasileiro de Segurança Pública produziu um survey (um método de pesquisa onde o pesquisador pretende investigar o que, porque, como ou quanto se dá determinada situação de violência) focando na percepção da população em relação às mulheres que são vítimas de violência sexual e sobre o atendimento às vítimas por parte dos operadores policiais. Sabemos que mesmo com a criação de delegacias de atendimento as mulheres e a efetivação da lei, as mulheres negras ainda são menos beneficiadas, dado o aumento do homicídio de mulheres negras nas várias regiões do país.  

Uma pesquisa do Datafolha publicada quarta-feira (21/9) aponta que: “UM EM CADA TRÊS BRASILEIROS ACREDITA QUE, NOS CASOS DE ESTUPRO, A CULPA É DA MULHER”.  E que 33,3% da população brasileira dentre os 3.625 pessoas de 217 cidades que foram entrevistados, ACREDITAM QUE A VÍTIMA É CULPADA.  O estudo também apontou que 65% dos brasileiros temem sofrer algum tipo de violência sexual. O temor é muito maior entre as mulheres e é sentido por 85% delas. O medo de ser estuprada também varia conforme cada região do Brasil. No Nordeste, por exemplo, o índice de mulheres que receiam ser vítimas do crime chega a 90%. No Sul do país, é de 78%.

Outro dado estarrecedor que a pesquisa revela é que para a maioria da população, as leis nacionais protegem os estupradores. Além do estudo apontar que a atuação das polícias também é questionada por grande parte dos brasileiros: 51% afirmaram não acreditar que a Polícia Militar (PM) esteja preparada para atender mulheres vítimas de violência sexual e 42% pensam o mesmo da Polícia Civil.  Essa pesquisa foi encomenda pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública onde a integra da pesquisa pode ser lida no site do fórum (Clique aqui) 

Se você, como nós também se preocupa com essa situação e quer ajudar a combater o machismos que mata e violenta diariamente meninas e mulheres, compartilhe essa informações alertando seus amigxs, familiares e colegas mais próximos o quanto ainda precisamos avançar na luta e na efetivação dos direitos humanos, POIS NÓS NÃO ACREDITAMOS QUE A CULPA SEJA DAS MULHERES e sim da cultura machista e do patriarcado, que precisamos cada dia mais e mais desconstruir.  
*Significado da Palavra














Assista  também o vídeo:  O patriarcado racista em dados. 

domingo, 17 de maio de 2015

Direto sexuais e reprodutivos, o que a violência sexual tem haver com isso?


É super importante o acesso à informação que garanta um desenvolvimento pleno e saudável, sem medo, vergonha, culpa, falsas crenças e outros impedimentos à livre expressão dos desejos.Você sabia que sexualidade tem a ver com direitos? Nosso corpo e nossa mente têm desejos e vontades em relação a nós mesmos e aos outros. Às vezes fica parecendo que sexualidade é só transar
ou prevenir a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis. Na verdade, sexualidade é algo bem maior, faz parte da nossa vida, tem a ver com o nosso comportamento, nossas emoções, nossos desejos, nossos sentimentos, nossos prazeres e nossas relações pessoais e sociais.

Precisamos superar mitos e tabus para falar de sexualidade na adolescência. Às vezes a gente não encontra alguém disposto a falar das mudanças pelas quais passamos nessa idade. Às vezes a gente mesmo tem vergonha de falar sobre isso. Mas não é porque o assunto é difícil que vamos deixá-lo de lado!

É também a partir do acesso a essa informação e que também aprendemos a dizer não as varias formas da violação desse diretos . E ele começa desde de quando nascemos até a nossa morte.

Siiiiiiiiiim a Sexualidade nos acompanha por toda a nossa vida. E em cada fase teremos necessidade de algumas informações necessárias para viver de forma cada vez mais saudável e de boa os nosso direitos sexuais. Por isso reafirmar que temos Direto sexuais e que eles também são direitos humanos é preciso sempre. Pois quanto mais as pessoas e agente mesmo entende e exerce esse direitos mais teremos forma de prevenir a violência sexual. E como já falamos varias vezes que essa violência sexual não é só o ato do sexo sem o consentimento , mas ela pode acontecer de varias formas.

Educar para a sexualidade é educar para a vida; ou seja, do mesmo modo como estudamos e aprendemos uma profissão, devemos aprender a viver nossa sexualidade. É necessário um diálogo sincero sobre esse assunto, transparente, livre de preconceitos e de estigmas. Esse papel deve ser cumprido pelos pais, pela escola e também pelos órgãos públicos de saúde.

Além disso, na adolescência há também mudanças na mente e no coração. Os sentimentos ficam confusos. Um dia a gente está sentindo uma alegria enorme. No outro, o ânimo está pra baixo, a gente anda dando chute nas pedras. É quando as paixões acontecem, as inseguranças, os desejos, as frustrações e sonhos.

Neste 18 de maio preparamos um vídeo que fala dos 12 Diretos sexuais que todxs nós temos, é só tacar o Play assistir deixar seu comentário e compartilhar com os ZamigXs

Pois é nessas informações que apostamos para agente se auto proteger e também que esta mais próximo.Veja no face também as imagens que preparamos com cada um desse Diretos (Album)
E claro faça bonito , Proteja  nossas crianças e adolescentes. 


quinta-feira, 9 de abril de 2015

Prêmio Neide Castanha

Está aberta as inscrições para a 5ª edição do Prêmio Neide Castanha de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, 

Esse Prêmio é uma homenagem a Neide Castanha, reconhecida defensora dos direitos humanos que dedicou parte de sua vida a lutar contra a violência a que são submetidas crianças e adolescentes no Brasil.

O prêmio tem por objetivo homenagear personalidades e instituições que, assim como Neide Castanha, se destacaram na defesa intransigente dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes, em especial dos Direitos Sexuais.

Serão Premiados as Seguintes Categorias:
  • Boas Práticas
  • Cidadania
  • Produção de Conhecimento 
  • Protagonismo de Crianças e Adolescentes 
  • Responsabilidade Social 

As Inscrições vão até dia 30 de Abril , saiba como participar acessando o regulamento no Blog:
http://premioneidecastanha.blogspot.com.br/2015/04/premio-neide-castanha-5-edicao.html#more


Sobre Neide Castanha:
Neide participou ativamente do processo de construção do Estatuto da Criança e do Adolescente e da
criação do Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes. Sua atuação foi fundamental no processo de discussão e investigação como membro técnico da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigou redes de exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil.

Foi fundadora e coordenadora do Centro de Referência, Estudos e Ações sobre Crianças e Adolescentes (Cecria) e Secretária Executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.
A atuação dessa mulher notável fez dela uma singular referência, no Brasil e no mundo, no que diz respeito ao enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes.





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Que Abuso é Esse? É a nova série de vídeos produzidos pelo Canal Futura

A violência sexual praticada contra crianças e adolescentes é o tema da série Que Abuso é Esse?, que estreou no grade de programação do Canal Futura em dezembro, na semana do Dia Mundial dos Direitos Humanos.

Os vídeos, segue o mesmo formato da série anterior (que exploração é essa) fazendo uso de linguagem lúdica para tratar desta que é uma das mais graves violações de direitos humanos de crianças e adolescentes previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), e aprofundar os debates sobre o tema.

Com oito episódios, a série tem como protagonistas três personagens de marionetes – a professora Elvira, o agente de saúde Damião e a dona de casa Neusa. Ao longo do programa, o trio de marionetes discute um assunto e, em seguida, um ou mais especialistas (que pode ser um profissional
de saúde, advogado, psicólogo, educador, sociólogo ou assistente social) complementa com esclarecimentos e mais informações sobre o tema. Ao final de cada programa, informações sobre o Disque 100 – Disque Direitos Humanos são divulgadas, estimulando o seu uso e ressaltando sua importância.

Fico com vontade de assistir aos episódios?

A campanha Ana preparou uma Play List com os 8 episódios.

Para vocês assistir é só tacar o Play



Ou acessar o nosso canal no You tube.

https://www.youtube.com/user/campanhaana/

fonte: Canal Futura

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Paris sedia assembleia com 78 paíse da rede ECPAT

 Aconteceu em Paris – França nos dias 2 e 3 de dezembro a 6ª Assembléia Internacional da rede ECPAT. O encontro contou com a participação de 78 países e teve como pauta estratégico o planejamento consultivo e processo de tomada de decisão, o que servirá de inspiração e orientação para o trabalho coletivo da Rede. 

Durante toda a Assembléia, houve também uma série de outros painéis de especialistas, eventos paralelos e recepções com convidados externos, incluindo:
§ Senhorita. Maud de Boer-Buquicchio | Relator Especial das Nações Unidas sobre a venda de crianças, prostituição infantil e pornografia infantil
§ Mr. John Carr | Consultor Especialista Sénior para as Nações Unidas, a UIT, União Europeia, ECPAT Internacional para a segurança das crianças on-line
§ Mr. Jaap Doek | Vice Justiça no Tribunal de Recurso de Amesterdão e professor emérito de Direito da Vrje Universiteit
§ Datuk Dr. Raj Abdul Karim | Asia Director of Women Deliver Regional
§ Mr. Jean-Cyril Spinetta | Ex-CEO da Air France-KLM AS

A frequência de tais luminares sobre os direitos das crianças e relações de colaboração com o setor privado demonstrar a liderança da rede ECPAT na promoção do debate mundial sobre Exploração sexual comercial de crianças e iniciar a ação coletiva para terminá-la para o bem.

A ESCA é uma questão altamente complexa, crescendo, evoluindo e se transformando em diferentes tipos de atividades de exploração, cada vez mais violento e mais extremo. Ele tem consequências devastadoras para milhões de crianças. É criminosa e cercada de muito tabu, muitas vezes escondida e, portanto, muito difícil de quantificar e pesquisa. Uma das consequências da globalização é que os infratores podem se mover ao redor do mundo para evadir as medidas legislativas e de aplicação da lei. Além disso, as tecnologias da informação e das comunicações (TIC), canais oferece uma sensação de anonimato, que permitiu "comunidades" de criminosos ao comércio, encontrar "validação" e explorar o comportamento cada vez mais extremo. Atividade on-line em todas as formas de ESCA deixou ECPAT (e outros) que operam em uma mudança de paradigma.

A 6ª Assembléia Internacional permitirá aos grupos filiados ao ECPAT para reafirmar a visão do movimento ECPAT, avaliar o progresso e tirar consensos com uma ação coletiva para o futuro. A assembléia internacional é também o culminar de um amplo processo de consulta facilitada em toda a rede ECPAT para rever as orientações estratégicas ECPAT Internacional.

A intenção é construir em nossa força coletiva combinada com a nossa flexibilidade para trabalhar localmente e globalmente para combater CSEC em todas as formas.




Sobre ECPAT Internacional :
ECPAT é uma rede global de 86 organizações que trabalham em conjunto em 78 países para a eliminação da prostituição infantil, pornografia infantil e tráfico de crianças para fins sexuais. ECPAT procura garantir que todas as crianças desfrutam de acesso e seguro de todas as formas de exploração sexual comercial dos seus direitos fundamentais.

ECPAT Internacional tem vindo a liderar o debate mundial sobre a exploração sexual comercial de crianças (ESCI) e é reconhecida como uma rede forte e coesa defesa dos direitos da criança falando em nome de crianças vulneráveis ​​e crianças vítimas de exploração sexual por quase 25 anos. Para mais informações, por favor visite www.ecpat.net

terça-feira, 13 de maio de 2014

18 de Maio - Vamos fazer Bonito!

Mais um 18 de Maio se aproxima. É hora de fazer bonito e de nos aproximarmos e juntos dar um grito forte contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

O dia 18 DE MAIO foi instituído pela Lei Federal 9.970/00, como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, a data foi escolhida, porque em 18 de maio de 1973, em Vitória–ES, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Crime Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas 8 anos de idade, que foi raptada, drogada, estuprada, morta e carbonizada por jovens de classe média alta. Esse crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

A intenção do 18 DE MAIO é destacar a data para mobilizar e convocar toda a sociedade a participar dessa luta.
Às vezes temos dificuldades de falar desse tema, mas podemos ter atitudes simples para ajudar na luta contra essa violação de diretos. Por exemplo, podemos fazer um bate papo na escola com a nossa turma, ou mesmo, envolver toda a escola nesse movimento, fazer uma passeata para chamar a atenção das pessoas na sua cidade, realizar debates com pessoas que trabalham esse tema, assistir e indicar filmes que tratam desse tipo de violência ou mesmo dialogar com a sua própria família.

Precisamos deixar claro para toda a sociedade que crianças e adolescentes tem direito a desenvolver sua sexualidade de forma segura e protegida, e que o seu corpo precisa ser respeitado.

E se, acontecer qualquer forma de violência sexual existe caminhos que os pais, responsáveis ou as próprias crianças e adolescentes podem procurar. Por exemplo, o conselho tutelar, as delegacias, o juizado da infância e juventude ou mesmo pegar um telefone e discar o numero 100 que é um disque denuncia nacional para combater qualquer violência, inclusive a sexual. É importante destacar que a ligação é gratuita e você não precisa se identificar. Outra atitude que pode ser feita é a de apoio à campanha, e também se juntar a rede de combate da violência sexual de sua cidade, como também de outras ações de defesa e garantia dos direitos das crianças e adolescentes.
Como forma de contribuir, nós da campanha Ana junto com o Comitê Nacional de Enfrentamento a Violência Sexual e a Rede Ecpat Brasil e as redes de proteção dos direitos humanos de crianças e adolescentes, produzimos 3 vídeos, que aos poucos estamos socializando.

O primeiro deles é um vídeo curto que fala da importância desta data, e se você precisar baixar ele para passar na escola é só clicar no link abaixo

Ah! Não esquece de deixei seu comentário....


              Vídeo 18 de Maio - DIA DE COMBATE AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL, Assista aqui: 

Para baixar o  vídeo  clique  no link:   Baixe o vídeo aqui

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Desenvolvimento e exploração sexual de mulheres e meninas das mulheres: algumas notas

Por Cristiane Faustino

Para citar alguns fatos...
Coari/AM - petróleo: “Em janeiro de 2014 é revelado ao Brasil um sofisticado e brutal esquema de exploração e violência sexual consolidado há anos no interior do estado do Amazonas”. (Marcia Acioli – Adital . Fev.2014)

Caso São Gabriel das Cachoeiras/AM - turismo e pressão pela mineração: “na fronteira do Brasil com a Colômbia, um homem branco compra a virgindade de uma menina indígena com aparelho de celular, R$ 20, peça de roupa de marca e até com uma caixa de bombons”. Kátia Brasil, enviada especial da Folha a São Gabriel da Cachoeira, AM. Nov.2012

Altamira e Outras/PA - Usina de Belo monte: “(...) foi verificado um aumento de 18,5% no número de crimes sexuais nos 11 municípios próximos ao empreendimento. Em Altamira, que é o município e mais atingido, o aumento foi de 75%. A população da cidade aumentou de 99 mil para 145 mil habitantes em dois anos (2010/2011). Atualmente, 20 mil operários trabalham na construção de Belo Monte”. (CombateRacismoAmbiental, Março/2013)

Usinas Santo Antônio e Jirau/ RO: “os partos de meninas entre 10 e 19 anos já representam 28% do total de procedimentos na maternidade pública de Porto Velho. Além disso, na distrito de Jaci Paraná, localizada a 90 Km de Porto Velho (RO), houve um aumento de 208% nos casos de estupro em 2007 (ano do início das obras)”. (ibidem)


Duque de Caxias/RJ - petróleo: “É visível o crescimento do mercado do sexo onde a prostituição e a exploração sexual emergem e/ou se agravam como “possibilidades” subordinada e marginalizada de inclusão das mulheres e meninas no entorno da cadeia produtiva do petróleo. Como consequência, a gravidez na adolescência e o nascimento ¨dos filhos do petróleo¨ que nunca chegam a conhecer seus pais, é também outra realidade (SALLES, 2012). (Plataforma Dhesca, 2013).

Bom Jesus das Selvas/MA - mineração: Desde a chegada dos 2 mil homens da empresa na cidade de 25 mil habitantes, houve um aumento dos casos de prostituição e exploração sexual infantil, aponta Mirian Alves Feitosa, coordenadora do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos do município. As vítimas, explica, “são adolescentes de baixa renda e que não têm estrutura familiar. Elas se prostituem em troca de roupas, sapatos. Vez ou outra recebem dinheiro, as quantias como R$ 30, R$ 50”. De acordo com o último Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010, 50% da população do município vive em condições de pobreza extrema, ou seja, com menos de R$ 70 ao mês. (Revista Caros Amigos, Dezembro,2012).


Litoral do Ceará: Jovens de comunidades impactadas pela indústria de eólicas denunciam a exploração sexual de mulheres, através da peça teatral “Filhos dos Ventos”.

Algumas perguntas e reflexões que não podem calar
Por que as mulheres e meninas são grupos vulnerabilizados nos impactos sociais e ambientais do desenvolvimento brasileiro e mais especificamente no que se refere a exploração e ao abuso sexual no interior ou na “aba” dos projetos desenvolvimentistas? Teria o trabalho sexual das mulheres o mesmo valor que os empregos gerados para os homens? A cultura do estupro segue a modernização do Brasil? E quem perde com isso? 
O que me leva a refletir sobre as desigualdades entre homens e mulheres e em como tais desigualdades se refazem e se agravam como consequências de um modelo de desenvolvimento terrivelmente violento para as populações locais, a natureza e os bens comuns. No caso, específico da exploração de nossa sexualidade que viabiliza o bem estar sexual dos trabalhadores de todos os níveis das hierarquias, das autoridades públicas e religiosas, refletem os lugares históricos em que fomos situadas pela violência e privilégios patriarcais, onde nosso corpo e nossa sexualidade são vistos e tratados como destino e, se não única, como possibilidade real de “ganhar a vida”, ou perdê-la. Essa visão e pratica sobre as mulheres também é fator que historicamente nos distanciou das tarefas social, econômica, política e culturalmente mais reconhecidas e isso tem consequências reais, agravadas na vida das mulheres negras e indígenas, quando as políticas públicas e a iniciativa privada repaginam o Brasil Colonial e facilitam o exercício de crimes contra as mulheres e outros desprivilegiados:

No submundo do desenvolvimento, a exploração da sexualidade das mulheres, a perversão e a pornografia costumam estar associadas a outras ilicitudes como a pedofilia, o tráfico de drogas, de armas e de pessoas. Constrói-se, assim, um mundo de desamparo e desumanização das relações na luta pela sobrevivência. A estigmatização, a discriminação e a morte física e simbólica são preocupações de, quase, ninguém. Na modernidade do sec. XXI, mulheres e meninas, negras e indígenas continuam sendo o lugar mais “penetrado” do patriarcado racista que “emoldura” o desenvolvimento capitalista e a dominação do Norte sobre o Sul. (FAUSTINO & FURTADO, Revista Não Vale, II Edição;46),

Mas compreender as coisas desse modo, não deve implicar em simplesmente nos colocar no lugar de vítimas, primeira “tentação”, que às vezes só serve para obscurecer as questões. Entretanto, não se deve perder de vista o quanto o abuso sexual de crianças e adolescentes são violências profundas e influenciam no como se tornam mulheres e na forma e condições de decidirem sobre o exercício de sua sexualidade. Não custa lembrar que boa parte das meninas que comercializam seu sexo carregam histórias de violências praticadas pelos entes “queridos” e negligenciadas por quem as deveria protegê-las. 

Nesse contexto, é preciso traçar pensamentos e estratégias que permitam a compreensão justa e os enfrentamentos necessários das desigualdades e perversidades que perpassam a questão. Pois, com todas as polêmicas e diferenças de entendimento que se possa ter sobre o assunto, é razoável supor que não é justo que para as mulheres estejam sempre recolocados os lugares da sensualidade e sexualidade como condicionamentos de destino. Ademais, fato é que a exploração sexual de meninas ou a prostituição das mulheres, nunca foram lugares que nos privilegiam dentro das estruturas de poder e/ou acesso à riqueza.

Partir desse entendimento não nos impede de reconhecer as liberdades individuais das mulheres, nem tampouco de reconhecer, legitimar e defender os legítimos direitos das prostitutas. O mais importante talvez seja romper com as perspectivas economicistas, moralistas e hipócritas que invisibilizam os consumidores de sexo, nos impedem de compreender as relações entre desenvolvimento e violências, as estratégias de sobrevivência das mulheres empobrecidas e mesmo das escolhas das não empobrecidas. Tais perspectivas tendem a culpabilizar as vitimas reais e a negligenciar os sofrimentos e dores de quem sofre, sem amparo, sem reconhecimento, sem espaço de escuta e acolhimento, e a fragilizar as possibilidades de construção de sujeitos políticos.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Minha Viagem de Férias

Oi gente, tudo  bem? Eu estou indo bem.  Ainda em ritmo de férias, mas já voltei às aulas. Conheci muito pessoas novas e pude rever  algumas amigas e amigos que  fiquei sem ver  nesse fim de ano.
Como eu disse ainda estou recordando as minhas  férias e foram ótimas viu!  Adivinha para onde fui? Para Cabedelo na  Paraíba.   É uma cidade próxima a João pessoa a capital do estado. A cidade mais parece um bairro de  tão próxima a capita, mas só parece  por que  lá tem muita  historia  e isso deixa a cidadezinha com personalidade própria.
Gente  a cidade  é massa viu.  De  um  lado tem o Oceano atlântico e  do outro  o rio Paraíba
Mas eu não fui sozinha  não. Fui com minha família e  alguns vizinhos, éramos em 8 pessoas  de diferentes  idades, mas todos muitos gente boa  inclusive eu (risos).
Mas duas coisas  aconteceram na viagem que  me deixaram triste.  A primeira  foi que a única câmera  fotográfica que tínhamos,  caiu  na água, e  nem deu pra  salvar as  fotos, mas isso é o de menos  porque  vou guarda esses  momentos   legais que  passei na minha memoria.
 Ah eu pesquise  na net  algumas fotos de lá  e tinha até uma  quase igual a que eu tirei.
Essa aqui oh 

Bem a outra coisa  é que  nesses momentos de férias e de festas aparece gente de todo os tipos inclusive  alguns que vão  para os locais  explorar  sexualmente crianças e adolescentes.  Isso deu uma boa discussão com a turma  que viajou comigo. Marquinhos meu tio irmão da minha mãe disse que isso  é  normal e tal. Aí num deu outra  ficamos um bom tempo conversando veja só:
Poxa tio isso não pode ser normal -  eu disse a ele
- Eu sei Ana, mas o pior é que  muita gente trata isso como normal.  Ate porque como vamos nos meter na vida de outras pessoas que nem conhecemos.
Fiquei  muito brava, foi quando minha mãe entrou na conversa.
- Calma  Ana e Marquinhos.   Bom  isso acontece porque   tem turista que  aproveitam que  ninguém  os conhece nas cidades  e  acaba cometendo  violência contra crianças e adolescentes.
 -  era isso tio que estava tentando  explicar

- Mas então se for conhecido pode?
Eu  e minha mãe quase demos um ataque.
-Nãooooo de forma nenhuma. Eu disse
- E isso não  é legal mesmo!  Minha mãe finalizou.
 Vimos algumas  situações  acontecendo por lá,  ai o tio perguntou se era só ali que acontecia isso,  eu respondi para ela  que  infelizmente  isso acontece em todos  os lugares do Brasil. Aí ele ficou encafufado.   - Ana  minha filha como é que você sabe disso? 
- Relaxa Tio!  Eu sei por que pesquisa,  na escola conversou já sobre isso   e digo mais  isso tem nome chama-se exploração sexual facilitada pelo turismo ou Turismos com motivação sexual. - Foi ai que ela ficou  mais calma  e então ligamos  para o disque 100 para  que  as autoridades locais  possam tomar  uma atitude.
Mas  pesquisando depois e na própria cidade mesmo eu vi  cartazes  denunciando  esse tipo de violência e tem uma galera da rede margarida  lá que  não da mole não  fazem ações há bastante tempo contra isso,  teve até um encontro de jovens  lá  com esse tema, pena que foi em novembro  por que se não  mesmo de férias eu ia tá dentro participando por que vocês sabem né  informação nunca é demais.

Bem   como sempre vou deixar  uns links  aí  em baixo para ajudar  a vocês se ligarem mais Sobre o tema. Ah não deixe de comentar viu!


Para Saber mais: 








terça-feira, 26 de novembro de 2013

Ser mulher, um ato de resistência!

Gente,  tenho lido varias coisas sobre  a questão de se menina, de ser mulher. E  venho fazendo  muitas reflexões sobre isso. Bem  a começar  pelo titulo dessa postagem.  São tantas as coisas que  nós meninas passamos. Por  exemplo, quando criança  muitas famílias  educam as  meninas  para serem frágeis, delicadas,  donas de casa.  Não vejo problema nisso, se também  as meninas tivessem acesso  às outras
possibilidades, assim como acontece com os meninos.   Eu sei que  isso   tem mudado, mas a passos  lentos.  E  isso esta relacionado a  um modo de viver (cultura)   que ao longo do  nosso desenvolvimento  nos coloca  como frágeis e nos torna mais vulneráveis   a várias violências lá  no futuro, ou mesmo quando estamos  longe  dos  nossos responsáveis.  Isso tem nome e todas nós, com  um pouquinho de conhecimento que temos  sabemos que isso se chama MACHISMO, a ideia de superioridade do homem sobre a mulher.

Bem  resolvi escrever esse  post   pelo  dia de ontem, que  foi  o dia Internacional pela Eliminação da
Violência contra a Mulher. ( isso na agenda pública, pois, para nós mulheres  e  pessoas  envolvidas com  a garantia de direitos , é todos  os dias ).
São muitas as violências  que nós  meninas, mulheres, Marias, Joanas  Tereza, Aninhas  estamos expostas desde a infância, e dá pra fazer uma lista como a violência:  física, psicológica, sexual, a falta de acesso a informações  seguras que  nos dê  condições de decidir e acessar nossos direitos  mais básicos.
 Por isso minha gente,   para eu,  ser mulher é um ato de resistência a todas essas formas de  violência que  nos acompanham desde  pequenas.   Claro que  tem  alguns avanços  ao longo da  historia, mas  precisamos acessar  mais que o básico, precisamos  ser  enxergadas como  sujeitas de direitos.
 Abaixo  vou colocar  alguns textos que  me  motivou a escrever   sobre  dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher. 
Ah  não  deixe de comentar e  compartilhar com os amig@s. Beijos 

Clique  na imagens para ampliar




terça-feira, 4 de junho de 2013

Indo para o colégio - uma história sobre como se proteger

Oi gente,
Tudo bem com vocês? Então. Comigo tá tudo beleza!

Hoje to escrevendo pra contar pra vocês um negócio muito chato que aconteceu comigo, mas me fez pesquisar e conhecer muitos conceitos legais, e, como o que agente aprende fica melhor se agente divide, estou aqui com mais uma das minhas histórias.
Estávamos eu e a Carol (ah gente, pra quem não conhece a Carol estuda comigo, e como ela mora pertinho da minha casa vamos e voltamos juntas pra escola) indo pra escola, quando agente passou por perto de um terreno baldio, escutamos um psiu, daí, como não olhamos a primeira vez, a pessoa fez de novo o psiu.  Ah gente, como que por impulso eu olhei, e num é que tava lá um homem com o pênis todo de fora mostrando pra gente.
Eu fiquei morrendo de medo e tive vontade de correr, mas a Carol é meio estressada sabe gente, e começou a gritar com o homem, o chamar de tarado, safado, um monte de coisa, até que eu puxei ela e agente correu juntas.
Chegando na escola falamos pra professora que chamou a polícia, mas não conseguiram achar o cara.
Com isso a professora iniciou a aula falando de uma coisa que até então eu vivia as vezes mas não sabia que tinha um nome e que era tão importante assim: A autoproteção. Autoproteção é: ação ou resultado de autoproteger-se, de proteger a si mesmo. Na nossa idade é muito comum que agente procure alguém que nos proteja, nos ajude em situações difíceis, mas, como começamos a andar sós, indo pra escola, pra um curso ou até mesmo saindo com amigos é importante que saibamos como reagi em algumas situações pra nos proteger de perigos maiores.
Por exemplo, nesse caso que eu contei, A Carol não deveria ter gritado, já que não sabíamos se o cara tinha uma arma ou não ou o que ele queria, o recomendado era procurar um lugar seguro e chamar a policia ou um adulto de confiança.
Cada situação é uma situação, mas, tem regras gerais que podemos seguir, como:
  •  Cuidado com contatos com pessoas desconhecidas, ser cautelosa antes de saber das intenções dos contatos é sempre importante;
  •   Não revidar as situações de violências;
  •   Fugir da violência pra procurar ajuda é o mais indicado;
  •    Evitar andar muito próximo de lugares abandonados e/ou de pouca circulação de gente;
  •   Não deixar que ninguém toque no seu corpo sem você querer

Tem mais um monte de dicas, mas, como me interessei muito pelo tema de vez em quando vou colocar mais coisas aqui.

E se mais alguém tiver dicas de autoproteção compartilhem comigo também gente.


Abraços e até a próxima. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Seminário discute participação juvenil contra violência sexual nos preparativos da Copa


Nos próximos dias 11 e 12 de março, será realizado o Seminário Adolescentes e Jovens Conectados por uma Copa sem Violência Sexual, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda. O evento terá como objetivo reunir 300 adolescentes e jovens de todo Brasil para discutir participação juvenil no enfrentamento à violência sexual nos preparativos da Copa das Confederações e do Mundo (2013/14).

A programação conta com dois momentos: O primeiro são mesas de discussão para todo público, e o segundo é um espaço de socialização de experiências educativas produzidas por adolescentes e jovens e ainda um especialista convidado para debater sobre o tema junto ao público.

O Seminário Adolescentes e Jovens Conectados por uma Copa sem Violência Sexual faz parte das atividades da Campanha Aliança Nacional de Adolescentes Conectados por uma Copa sem Violência Sexual – Campanha ANA, que atua na rede virtual desde agosto de 2012, com objetivo de fortalecer o protagonismo de adolescentes no enfrentamento à violência sexual, marcando papel deles como sujeitos ativos nesse processo. O nome da Campanha, ANA, batiza um personagem que movimenta as ações virtuais, uma adolescente de 12 anos, estudante de escola pública, moradora de São Lourenço da Mata (município onde está sendo construído o estádio que acontecerão os jogos da Copa em Pernambuco).

Para quem quiser se inscrever, pode acessar a ficha de inscrição pelo http://www.4shared.com/office/Gl_L3aJB/Ficha_de_Inscrio_Seminrio_ANA.html? e enviar para o email ecpatbrasil@hotmail.com. Em caso de dúvidas, ligar para 81 3431-1196, falar com Severina Araújo.

O evento é uma realização da Rede Ecpat Brasil, Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes e Coletivo Mulher Vida; tem como apoiador, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR); e como parceiros Violes – Grupo de Pesquisa sobre Tráfico de Pessoas, Violência e Exploração Sexual de Mulheres, Crianças e Adolescentes da Universidade de Brasília (UnB); Canal Futura, SaferNet; Rede de Combate à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes de Pernambuco e Childhood.



Serviço:

O quê: Seminário Adolescentes e Jovens Conectados por uma Copa sem Violência Sexual

Quando: 11 e 12 de março

Onde? Centro de Convenções de Pernambuco, Olinda.-

Mais informações: WWW.ana.movimento.blogspot.com.br

Links:

Twitter: @campanhaana

Facebook: Campanha Ana (perfil) / ANA – Aliança Nacional de Adolescentes (fanpage)

Blog: anamovimento.blogspot.com.br



Contato para entrevista:

Maria Luíza Duarte - Coordenadora da Campanha/ Ecpat Brasil/ Coletivo Mulher Vida – 81 8541-4761

Lídia Rodrigues – Assessora de Mobilização Campanha ANA –85 88811541

Rodrigo Corrêa – Assessor de Mobilização Campanha ANA –31 87367926

Assessoria de Imprensa:

Juliana Lins

81 8562-5808/ 3491-1196/ julinslira@gmail.com


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Campanha no bloco das bruxas

Gente,

 Acho que tinha falado pra vocês anteriormente da Campanha de Combate a Exploração sexual contra Crianças e Adolescentes no carnaval ? Então, eu fiquei tão curiosa, mas tão curiosa que fiquei catando onde é que ia rolar alguma coisa no meu Estado, e não é que achei. Vai rolar lá em Olinda um bloco, o bloco das bruxas acontece todo ano, e parece que já ta na 22º edição,  e esse ano elas irão também divulgar a campanha. A concentração vai ser às 15h30, no Largo do Amparo.

Eu estou louca pra ir por que juntar duas coisas assim é muito bacana, duas coisas que eu digo é a diversão e a cidadania, né! Vou conversar com uma prima minha que também adora carnaval e vou aparecer por lá pra brincar e pra ajudar nessa causa tão importante.

Pra quem não é de Pernambuco não precisa ficar triste, tem coisas acontecendo em vários lugares do país, basta dá uma olhadinha no blog da Campanha e ver onde e quando estão rolando as atividades .

Porque diversão também pode ser para a transformação. Vamos lá gente e um bom carnaval pra todos vocês!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Copa para quem...



Oi gente!
A Copa das Confederações está cada vez mais perto, por isso estive procurando notícias sobre o assunto. Vi que no dia 1 de dezembro, em São Paulo (no mesmo dia do sorteio dos jogos da Copa), houve uma manifestação intitulada ‘’Copa pra quem?’’. O ato foi organizado pelo Comitê Popular da Copa e na oportunidade eles também lançaram um vídeo e uma cartilha, que vocês que podem ver click aqui



clique na imagem para baixar a cartilha

A cartilha é bem interessante, pois mostram dados sobre a violência sexual em contextos de Copas do Mundo, durante a Copa realizada na África do Sul, houve um grande aumento do tráfico de mulheres, crianças e adolescentes para a exploração sexual. E completa com uma pergunta: A Copa servirá para potencializar ainda mais estas formas de violência? Não podemos deixar que isso ocorra. Desde já denunciamos o turismo sexual em nosso país por causa da Copa.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Consulta Publica



Podem ser feitas contribuições sobre as ações e os indicadores de monitoramento de cada um dos seis eixos:

- Prevenção;
- Atenção à Criança e Adolescente e suas Famílias e à Pessoa que comete Violência Sexual;
- Defesa e Responsabilização;
- Protagonismo (Participação);
- Comunicação e Mobilização Social;
- e Estudos e Pesquisas.

O texto em consulta foi construído com base em todos os eventos e debates realizados ao longo do processo de revisão do Plano Nacional. O documento também vincula cada eixo às diretrizes do Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes.

É importante que os órgãos e entidades ligados às redes de enfrentamento à violência sexual e às redes de direitos humanos participem da consulta e também mobilizem seus demais contatos. Quanto mais contribuições tivermos, mais plural e rico ficará o novo Plano Nacional, que deverá ser aprovado pelo Conanda e lançado no 18 de Maio - Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, tendo sua execução prevista para até 2020.


Participem! Divulguem!


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual

Gente, olha aqui o que achei mexendo na internet, é uma noticia que diz que foram realizados segunda-feira, (8 de outubro), dois eventos para revisão do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e adolescentes.

Isso é muito importante né, por isso, é legal divulgarmos pra todo mundo ficar sabendo.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Matéria sobre exploração sexual

Gente,

Mexendo na internet, curiosa sobre a Copa, encontrei essa matéria que fala sobre a exploração sexual de crianças e adolescentes na Copa, achei muito triste mas acho que temos que ficar sabendo dessas coisas e fazer algo. O que vocês Acham?
Para ler clique no titulo das matérias.
Abraços!




Projeto Co-Financiado União Europeia

Projeto Co-Financiado União Europeia
Os conteúdos deste blog foi elaborado com a participação financeira da União Europeia. O seu conteúdo é de responsabilidade exclusiva de seus realizadores, não podendo, em caso algum, considerar que reflita a posição da União Europeia

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