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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Aperte o rec... Seu depoimento pode contribuir para melhorar a vida de jovens LGBTI...

Você conhece o projeto “It Gets Better” (“Tudo Vai Melhorar”)?  Então senta que é bafo. E é também
um convite muito especial a vocês adolescentes e jovens LGBTI.

O projeto foi criado em setembro de 2010, pelo norte americano Dan Savage e seu esposo Terry Miller, quando postaram um vídeo no Youtube para servir de inspiração para jovens LGBTI sofrendo bullying na escola e rejeição familiar que seus problemas têm solução, que não estão sozinhos, que há muitas pessoas como eles e que ao final, tudo vai melhorar...

Hoje o projeto “It Gets Better” (“Tudo Vai Melhorar”) tornou-se um movimento mundial, inspirando mais de 50.000 vídeos no Youtube, criados por usuários e vistos mais de 50 milhões de vezes. Até agora, o projeto recebeu contribuições de celebridades, organizações, ativistas, políticos e personalidades dos meios de comunicação, incluindo o ex-presidente dos EUA, Barack Obama.

Atualmente, além dos Estados Unidos e do Brasil, a rede internacional do projeto “It Gets Better” está presente em outros 14 países, incluindo os seguintes países latino-americanos: Chile, Colômbia, Equador, México, Paraguai e Peru. http://www.itgetsbetter.org/content/international

No Brasil, o projeto It Gets Better é coordenado pelo Grupo Dignidade, uma ONG LGBTI fundada em Curitiba em 14 de março de 1992. O projeto “It Gets Better Brasil é executado em parceria com a Aliança Nacional LGBTI, além de outras parceiras que estão se juntando à iniciativa.

Curtiu o projeto? Nós também curtimos e apoiamos. E queremos reforça um chamado especial.

Ajude adolescentes e jovens LGBTI a olharem para o futuro com esperança e inspiração...


Você que é gay, lésbica, bissexual, pessoa trans ou intersexo (LGBTI), que conseguiu superar o bullying que tenha sofrido na escola ou outro ambiente por ser adolescente ou jovem LGBTI, conte a sua história em vídeo de 1 minuto, enfatizando como superou e como a vida melhorou.

Grave um vídeo e mande para projeto, relatando sua experiência, com duração de 1 minuto, ou 1”30” no máximo, conforme as instruções no breve guia abaixo. O importante é dar mais ênfase para uma mensagem positiva, mostrando que tudo pode e vai melhorar. Como melhorou para você depois de adulto, pode melhorar para os/as adolescentes e jovens LGBTI que estão passando por momentos difíceis atualmente. Pode mencionar algumas coisas ruins que aconteceram com você, mas a mensagem principal tem que ser para cima, dando esperança e inspiração para um futuro melhor: Tudo Vai Melhorar!

Colabore com o bem-estar de adolescentes e jovens LGBTI, gravando seu depoimento otimista!
E aí tá afim de ajudar essa iniciativa?

É simples... Leia o guia de instrução prepare o make up dê o close, quer dizer... Aperte o rec ... e Mande seu vídeo para o e-mail:brasil@itgetsbetter.org

E o que você ganha com isso? Inspiração. Pode não parecer, mas tem alguém do outro lado da telinha que estava esperando exatamente a sua história para poder sair da Bad e olhar para o futuro e dizer “tudo vai Melhorar”. Viu só o quanto pode ganhar? Então bora mandar esse vídeo be...



Atenção:

Ao enviar o vídeo para projeto, você está concordando e autorizando sua editoração e publicação nas seguintes mídias sociais, e futuramente em site próprio do projeto, os quais podem ser acessados e copiados livremente pelo público.

Facebook: https://www.facebook.com/itgetsbetterbrasil/
YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=nDY-Q5nQ1-8

Ah.... Não esqueça de informar como você gostaria de ser identificado no vídeo. Por exemplo, seu nome e profissão, mais alguma informação que gostaria que constasse.

O e-mail de contato do projeto It Gets Better Brasil é: brasil@itgetsbetter.org







sexta-feira, 21 de outubro de 2016

ONU disponibiliza planos de aula para professores trabalharem gênero na escola


 Via Clipping LGBT  por Carol Patrocinio

Crédito: Agencia Brasil EBC 
Publicado pelo portal Onda, em 8 de setembro de 2016

A discussão sobre educação de gênero nas escola já é uma pauta discutida há algum tempo, porém o entendimento disso ainda é superficial. Não se leva em consideração que todas as nossas relações são pautadas pela maneira como nos enxergamos e enxergamos ao outro. Já existe educação de gênero nas escolas, mesmo que silenciosa, e ela não é inclusiva. Ainda é uma educação sexual heteronormativa e fora da realidade dos estudantes.
Segundo estudo publicado no British Medical Journal, abordagem escolar sobre o sexo sexualidade é moralizante, negativa e é feita por professores destreinados, envergonhados, além de ser “científica demais”. O que contribui para varias violência no ambiente escolar relacionas as identidades de gênero e sexuais. - Acesse também: Ambiente escolar, Adolescência e LGBTFOBIA - 

A ONU – Organização das Nações Unidas lançou, em parceria com a iniciativa O Valente não é Violento, organizou e publicou um currículo de gênero que pode ser implantado com facilidade nas escolas e mudar essa realidade. O projeto foi financiado pelo União Europeia e revisado pela área de Projetos de Educação da UNESCO.

A ideia é atingir alunos do ensino médio com debates,discussões e materiais que os façam refletir sobre as relações que criam entre si e como todas elas são influenciadas por papéis de gênero e amarras sociais.

As aulas falam sobre (1) Sexo, gênero e poder; (2) Violências e suas interfaces; (3) Estereótipos de gênero e esportes; (4) Estereótipos de gênero, raça/etnia e mídia; (5) Estereótipos de gênero, carreiras e profissões: diferenças e desigualdades; e (6) Vulnerabilidades e prevenção. Os documentos trazem referências, bibliografia e até indicação de filmes que abordam as questões.

Todas as aulas estão disponíveis para download e os profissionais que quiserem discutir o currículo ou falar sobre sua aplicação podem entrar em contato com a instituição pelo e-mail ovalentenaoeviolento@gmail.com.









segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Ambiente escolar, Adolescência e LGBTFOBIA

Um  levantamento on line  com  1.016 estudantes brasileiros que têm entre 13 e 21 sobre o Ambiente Educacional no Brasil em 2016,  mostra a dimensão das “experiências de adolescentes, jovens lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais” em escolas do País.
  A maioria desses/as estudantes LGBT frequentou o ensino médio em 2015. E revelou que o ambiente escolar não e nada seguro para aqueles  que não estão na lógica heteronormativa.

É  possível perceber  pelos gráficos abaixo das resposta  o quão  inseguro se sente   elas e eles no ambiente escolar em relação a sua orientação sexual.   Essa pesquisa  vem confirma  o que outros estudos publicados nos últimos dez a quinze anos vêm demonstrando e confirmando cada vez mais o quão a LGBTfobia (medo ou ódio irracionalmente às pessoas LGBT) no contexto da sociedade brasileira, estas produzindo as mesmas lógicas nas instituições educacionais.
fonte: imagem da pesquisa

fonte: imagem da pesquisa

A amostra final foi composta por  estudantes oriundos/as de todos os estados brasileiros e o Distrito Federal, com a exceção do estado do Tocantins. Quase a metade se identificou como sendo do gênero feminino (46,9%), a maioria se identificou como sendo gay ou lésbica (70,7%) e os/as demais respondentes se identificaram como bissexuais ou como tendo outra orientação sexual que não a heterossexual.
É possível ler a pesquisa de dois modos: pelas estatísticas ou pelas histórias por trás delas. Os dois causam espanto e preocupação.
Ao longo das mais de 80 páginas do estudo, alguns depoimentos ligam os dados a sentimentos. “Não gosto mais de ir pra escola porque é lá que tenho minhas piores lembranças. Ano passado me zuaram só porque eu gostava de uma professora. Eles me chamavam de sapatão, me xingavam e eu me sentia infeliz”, escreve uma estudante lésbica de 14 anos, do Ceará. Tento desmentir minha sexualidade porque se já sofro bullying sem assumir, imagina se assumisse. Minha mãe tenta me fazer ir pra escola, mas não adianta. Penso em até suicídio, mas ela tenta me dar forças... Meu conceito sobre a vida é que ela não tem valor quando você é alvo de bullying, a infelicidade é sua vida”, une.

No cenário das respostas 73 do total de estudantes LGBT disseram ter sido agredidos verbalmente por causa de sua orientação sexual; 27% contam ter sofrido agressão física por causa de sua orientação sexual; 36% avaliaram como “ineficaz” a resposta dos profissionais da escola para impedir as agressões e 39%revelaram que nenhum familiar procurou a escola para falar sobre a violência sofrida.

A íntegra do estudo pode ser acessada pelo endereço eletrônico: http://www.abglt.org.br/docs/IAE-Brasil.pdf

  

Projeto Co-Financiado União Europeia

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Os conteúdos deste blog foi elaborado com a participação financeira da União Europeia. O seu conteúdo é de responsabilidade exclusiva de seus realizadores, não podendo, em caso algum, considerar que reflita a posição da União Europeia

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