Em um País que tem mais de 26 mil adolescentes em unidades de restrição e privação de liberdade, segundo o último levantamento divulgado no início deste ano pela antiga pasta do Ministério dos Direitos Humano, você já se perguntou o que as mães de adolescentes e jovens sentem quando seus
filhos são presos? Fomos entender esse sentimento quando conversamos com a Cearense Ariadne Oliveira que foi nossa “entrevistada” da edição n° 68 do boletim da Campanha ANA.
Aos 31 anos mãe de um adolescente, Ariadne descobriu como funciona o sistema socioeducativo quando seu filho foi apreendido após cometer um ato infracional. Diante desta situação, ela nos pontou que acredita na responsabilização e nas medidas socioeducativas prevista no Estatuto da criança e do adolescentes, mas que a execução precisa ser melhorada. Ela que compõe o grupo mães do Socioeducativo organizado pelo CEDECA – Centro de Defesa das crianças e dos adolescentes do Ceara compartilhou conosco sua visão e seus sentimentos... “Meu sonho é que a gente, esse grupo de mães possa fazer, com que Estado olhe mesmo para os adolescentes, pois acho que é neles que a gente precisa tentar mudar, quando estão ali no Sistema Socioeducativo”.
Veja nossa conversa com Ela (clique Aqui)
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terça-feira, 17 de abril de 2018
sexta-feira, 27 de janeiro de 2017
Entrevista: Maria, Maria é um dom, uma força que nos alerta!
Nesse início do ano, inauguramos um novo espaço de informação no boletim e no blog da da Campanha Ana. Agora todo mês iremos conversar com pessoas que irão nos ajudar a refletir sobre a luta, defesa e desafios na conquista e efetivação dos Direitos Humano.
E para
começar com chave de ouro, conversamos com Maria Clara de Sena: Mulher trans,
negra de cabelo afro, pernambucana, com seus 1,92 de altura e no auge dos seu
37 anos de vida. Ela que ao longo de sua trajetória de luta pelos direitos
humanos e do grupo LGBT, se deparou, com situações que mexiam diretamente com
sua condição enquanto mulher trans. Tem hoje, sua rotina dividida entre
reuniões e visitas a unidades prisionais de Pernambuco, a fim de combater
maus-tratos e torturas a qualquer pessoa que esteja em situação de privação de
liberdade. Se tornou a primeira transexual do mundo a assumir um
cargo em um Mecanismo de Prevenção e Combate à Tortura, órgão que atua em
parceria com a ONU. Confirma no link abaixo nossa conversa com ela que luta e resisti
cotidianamente para que pessoas LGBTs em privação ou restrição de liberdade tenham sua dignidade
garantida. Acesse a Entrevista
Veja também nosso Boletim
O dia nacional da visibilidade trans, foi escolhido porque nessa data no de 2004, pela primeira vez na história do nosso país, travestis e transexuais estiveram no Congresso Nacional para que falassem aos parlamentares brasileiros sobre a realidade dessa população que até o momento só era vista como prostituição e pessoas anormais.
Um Salve a todas as #pessoas_Trans
O dia nacional da visibilidade trans, foi escolhido porque nessa data no de 2004, pela primeira vez na história do nosso país, travestis e transexuais estiveram no Congresso Nacional para que falassem aos parlamentares brasileiros sobre a realidade dessa população que até o momento só era vista como prostituição e pessoas anormais.
Um Salve a todas as #pessoas_Trans
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